Los lusitanos

Los lusitanos eran una antigua tribu celta que habitaba la región de la Península Ibérica, especialmente el territorio correspondiente al actual Portugal. Desempeñaron un papel importante en la historia de la península, especialmente durante el periodo de ocupación romana. El origen de los lusitanos se remonta a los primeros pueblos celtas que emigraron a la Península Ibérica en el primer milenio a.C. Eran una sociedad tribal, organizada en clanes y dirigida por jefes locales. Los lusitanos eran conocidos por su habilidad en la guerra y la resistencia, y a menudo lucharon contra la expansión romana en la región. Una de las figuras más famosas de la historia lusitana es Viriato, un líder militar que dirigió la resistencia lusitana contra los romanos en el siglo II a.C. Viriato dirigió una serie de ataques con éxito contra las fuerzas romanas, ganando fama por su valentía y habilidad táctica. Sin embargo, fue traicionado y asesinado por aliados romanos.A pesar de la resistencia de los lusitanos, la Península Ibérica fue conquistada por los romanos en el siglo II a.C. Durante el periodo romano, los lusitanos se asimilaron gradualmente a la cultura romana, adoptando la lengua, las leyes y las costumbres del Imperio Romano. Sin embargo, sobrevivieron vestigios de la cultura lusitana a través de topónimos, prácticas culturales y tradiciones populares. Tras el declive del Imperio Romano, la Península Ibérica fue invadida por diferentes pueblos, entre ellos los visigodos y los árabes. Durante la Edad Media, el territorio que hoy es Portugal se fue formando por la fusión de diferentes comunidades celtas, romanas y visigodas.Hoy se recuerda a los lusitanos como los antepasados del pueblo portugués, y su legado está presente en la cultura, la lengua y la identidad nacional de Portugal. La figura de Viriato, en particular, es venerada como un héroe nacional que simboliza la resistencia y la determinación del pueblo portugués a lo largo de la historia.
Como se vieve a Semana Santa em Portugal

A Páscoa é uma das celebrações religiosas de maior importância em Portugal. Ela é repleta de profundas e marcantes tradições (culturais e gastronómicas), bastante únicas e emocionantes e que são celebradas em todo o país. A Páscoa celebra a ressurreição de Jesus Cristo após a sua crucificação, numa ocasião que é comemorada em todo o mundo por cristãos de diferentes denominações. A Semana Santa é celebrada de forma muito especial em diversos países, incluindo em Portugal, e em 2024 não será exceção. A data da Páscoa é definida com base no calendário lunar, o que significa que não cai na mesma data todos os anos. A data da Páscoa em Portugal é sempre o primeiro domingo após a primeira lua cheia que ocorre após o equinócio da primavera. A Páscoa em 2024 é uma semana mais cedo do que em 2023. O Domingo de Páscoa é a 31 de março e a Sexta-Feira Santa a 29 de março. Além de todo o significado religioso que contém, a Páscoa é uma época de renovação e renascimento, festejada através de tradições e costumes que variam de acordo com a região e a cultura local. Em Portugal, em concreto, a Páscoa é celebrada com missas e procissões religiosas, mas também com diversos pratos típicos. A Páscoa tem também uma forte componente de tradição comunitária, uma vez que é um momento onde as pessoas se reúnem para trocar votos de paz e alegria. E qual é uma das tradições mais populares? A abertura da porta ao compasso. É uma prática que consiste em visitar as casas dos vizinhos e amigos com uma cruz e uma imagem do Cristo ressuscitado, acompanhados por um grupo de cantores. Ao chegar a uma casa, os membros do compasso fazem uma breve oração e como retribuição são convidados a provar algumas das comidas. Ao longo do tempo, a Páscoa tem sido adaptada e reinterpretada de diferentes formas, quer no âmbito religioso, quer cultural. Contudo, a mensagem central de renovação, esperança e fé continua a ser o ponto mais importante desta celebração. A Páscoa no Norte de Portugal No Norte de Portugal, como por exemplo em Porto, Braga e Guimarães, uma das tradições de maior popularidade é a Procissão dos Passos. Neste costume, as pessoas caminham pelas ruas ao mesmo tempo que carregam imagens de Jesus Cristo e fazem paragens em várias igrejas para orações e cânticos. No Norte de Portugal uma das gastronomias mais típicas é o Folar de Páscoa: um pão doce, típico da época, que é recheado com presunto, salame ou chouriço. O folar é normalmente feito em tamanho grande e partilhado entre amigos e familiares. Em alguns locais, como em Bragança, o Folar é salgado em vez de doce. A Páscoa no Centro de Portugal No Centro de Portugal, como em Aveiro e em Coimbra, a Páscoa é celebrada com tradições que provêm de há alguns séculos. E quais são as tradições mais importantes? Uma das mais conhecidas é a Queima do Judas, em que se faz a construção de um boneco de palha, que representa Judas Iscariotes. Esse boneco é depois queimado em praça pública, num ato simbólico de punição. Judas Iscariotes foi um dos doze apóstolos de Jesus Cristo, conhecido por ter traído Jesus, entregando-o aos líderes religiosos judaicos, para ser preso e condenado à morte. Em algumas aldeias, as procissões são acompanhadas por homens encapuzados, que carregam consigo cruzes, numa representação dramática da Paixão de Cristo. Outro costume bastante popular no Centro de Portugal, ainda que diferente em relação ao Norte do país, é o Folar de Páscoa, um pão doce feito com farinha, ovos, açúcar e canela. O Folar é geralmente enfeitado com ovos cozidos e é comido com queijo, presunto e um copo de vinho. Durante a procissão do Enterro do Senhor, geral a todo o Centro de Portugal, é tradição decorar as ruas com flores e tapetes de pétalas, criando um ambiente deveras solene e emotivo. Em algumas aldeias da Serra da Estrela, é comum fazer-se um “Queimado”: uma bebida quente feita com aguardente, açúcar, limão e canela, e que é servida em grandes jarros. A Páscoa em Lisboa e Vale do Tejo Na região de Lisboa e Vale do Tejo, a Páscoa é celebrada com tradições que incluem a Procissão do Enterro do Senhor e o Folar de Páscoa, como acontece no Centro do país. Em Alenquer, especificamente, é costume fazer-se um “Carro da Mata”: um carro decorado com flores e verduras, que é levado em procissão pelas ruas, contribuindo para criar um ambiente festivo e bastante colorido. Na região de Santarém, é comum comer-se torricado de bacalhau com couves: um prato típico da época, que combina o sabor do bacalhau com as verduras. A Páscoa no Alentejo No Alentejo, a Páscoa é celebrada com tradições que incluem a Procissão dos Passos, como no Norte de Portugal, e a “Queima do Judas”, como no Centro do país, sendo também usual fazer o Folar de Páscoa. E que mais tradições existem no Alentejo? Outra tradição da Páscoa no Alentejo é a Benção dos Cordeiros, que acontece em Castelo de Vide. Neste evento, os pastores levam os seus rebanhos até ao centro da vila para serem benzidos e depois vendidos. Já a Chocalhada, um evento nocturno — que também acontece em Castelo de Vide —, é uma celebração festiva onde as pessoas percorrem a vila ao som dos chocalhos. Em algumas aldeias da região, é tradição fazer o “Morgado”, um doce feito com amêndoa, açúcar e ovos. Por outro lado, na região de Évora, é comum comer borrego assado na Páscoa, um prato que combina o sabor do cordeiro com temperos típicos da região. A Páscoa no Algarve No Algarve, a Páscoa é celebrada com várias tradições. Em semelhança ao Centro de Portugal, há a “Queima do Judas” e o Folar de Páscoa. Na cidade de Tavira, é realizada a Procissão do Senhor dos Passos, como no Norte do país. E tradições mais próprias da região? Importa destacar a Corrida de Carrinhos de Rolamentos, em São Brás de Alportel, que é um evento muito popular entre os jovens locais. Em São Brás de Alportel acontece, ainda, a Procissão das Flores, em homenagem à ressurreição de Cristo, com homens e meninos a segurar tochas de flores coloridas, em duas filas paralelas, nas laterais do tapete de flores. Na região do Algarve, é comum fazer-se a Torta de Páscoa: um bolo doce com amêndoas e açúcar. Em algumas aldeias, é, ainda, tradição fazer Polvo à Lagareiro, um prato de polvo assado com alho e azeite. Na ilha de Tavira, é comum, por outro lado, fazer-se uma Sopa de Grão: uma sopa feita com grão, pão, coentros e ovos cozidos. A Páscoa nos Açores Nas ilhas dos Açores,
I Encuentro Portudemia – Explorando la Riqueza Cultural de Guinea-Bissau

El 1er Encuentro de Portudemia, que contó con la presencia de Don Samora Manuel Costa, Director del Servicio de Informática, Planificación y Estadística de la Escuela Nacional de Administración Pública de Guinea-Bissau, fue una oportunidad única para explorar de primera mano diversos aspectos de la cultura guineana. La reunión fue moderada por Dña. Patricia Sánchez González, Delegada de la Asamblea de Cooperación para la Paz en Andalucía, cuyo apoyo y ayuda fue fundamental para la realización de la reunión. El encuentro contó con la asistencia de algunos alumnos y profesores de Portudemia interesados en aprender más sobre Guiné-Bissau, objetivo plenamente alcanzado.Tras el acto, hubo tiempo para disfrutar de un pequeño aperitivo en un ambiente relajado y familiar. Durante el evento se abordaron diversos aspectos de la cultura y la realidad guineana, desde su historia, aspectos socioculturales que la distinguen de muchos otros países africanos (y no sólo africanos) hasta la realidad política y económica actual. Destacamos tres puntos que se comentaron en la reunión: Diversidad cultural: En la reunión se puso de relieve la amplia gama de expresiones culturales presentes en Guinea-Bissau, lo que contribuyó a una mayor comprensión y apreciación de su riqueza en las diferentes expresiones culturales que se encuentran en un mismo país. Desarrollo sostenible: Existe el estudio y el objetivo de una parte de la sociedad guineana de dotar al país de instrumentos y políticas capaces de desarrollar y promover el país sin perder su identidad y cultura. El desarrollo social y económico del país es un imperativo nacional. Reconocimiento de la importancia de la cultura guineana: En la reunión se destacó la importancia de la cultura como elemento esencial de la identidad y el desarrollo social y económico de Guinea-Bissau. La realidad pacífica de la población y la buena convivencia entre todas las etnias guineanas son instrumentos básicos desde los que construir el futuro que los guineanos merecen y desean.